Reflexões do Evangelho proposto pela liturgia da Igreja Católica para cada dia, destinadas a todas as pessoas de boa vontade, que desejam, de coração aberto, beber da verdadeira fonte da água da vida.
sexta-feira, 30 de março de 2012
V Semana do Tempo da Quaresma, sexta-feira - Jo 10, 31-42
quinta-feira, 29 de março de 2012
V Semana do Tempo da Quaresma, Quinta-feira - Jo 8, 51-59
V Semana do Tempo da Quaresma, Quarta-feira - Dn 3, 14-95 / Jo 8, 31-42
"Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão"
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
XXV Semana do Tempo Comum - Lc 9, 7-9
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Festa de São Mateus, apóstolo – Mt 9, 9-13
"Quero misericórdia e não sacrifício”
Jesus vê Mateus e diz-lhe: “segue-me”. Mateus se levanta e segue a Jesus, obedecendo ao Seu chamado.
O que Jesus vê? Que olhar é esse que faz aquele cobrador de impostos deixar imediatamente os seus negócios desonestos, seus lucros indevidos e sua riqueza para seguir a um simples pregador, um profeta sem bens nem posses, que nada tinha deste mundo a oferecer-lhe?
É que Jesus viu a alma e o coração de Mateus. O olhar de Jesus desvendou para Mateus a verdade de seu ser e, ao mesmo tempo, descobriu a seus olhos o que ele, por si mesmo, era incapaz de ver: o amor infinito de Deus, a Sua misericórdia e o Seu perdão.
Depois de tudo isto, como poderia Mateus ainda permanecer preso às coisas deste mundo, às riquezas estéreis, fúteis e passageiras que o cegavam e o impediam de correr ao encontro do Senhor que o chamava e de Seu Reino?
Jesus chamou Mateus, que era um pecador público de seu tempo. E disse que viera exatamente para isso: “Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. Pois os que “têm saúde não precisam de médico, mas, sim, os doentes”.
Jesus também vê, olha, contempla a cada um dos homens e das mulheres. Vê a mim e a ti. Olha-nos e espera que Lhe retribuamos o olhar para fazer conosco o que fez com Mateus um dia: desvendar-nos para nós mesmos e fazer-nos conhecer o amor infinito com que Deus nos ama, para compreendermos que só Ele, Deus, pode dar-nos a verdadeira plenitude, realizando todos os anseios de nossos corações.
Depois, ouviremos a Sua Voz: “SEGUE-ME”…